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Importante: As informações
aqui contidas são puramente informativas e não substituem a
consulta com um dermatologista ou cirurgião plástico da sua
preferência.
Definição:
São formações de tecido localizadas nas diversas camadas da
pele ou sob ela, podendo ser de etiologia congênita ou
adquirida e de comportamento biológico benigno ou maligno.
1. Tumores benignos:
São neo-formações de tecido na pele ou nos seu anexos, com
velocidade de crescimento variável e caracterizados por não
haver alterações na forma das células, no seu núcleo nem no
seu DNA. Dependendo do tipo do tumor, o crescimento pode ser
limitado ou invadir os tecidos vizinhos, como é o caso dos
quelóides, os quais podem atingir enormes proporções (vide
adiante).
A seguir relacionaremos uma lista dos tumores cutâneos mais
frequentes com links que o levarão até as imagens de cada
patologia na página dermatologia.net, site que gentilmente
autorizou a sua inclusão.
1.1 Angioma
É um tumor originado nos vasos sanguíneos, de cor vermelho
ou vinho do porto e pode ser em forma de mancha (mácula) ou
elevado (pápula).
1.2 Ceratose Seborréica
São lesões de cor pardo ou castanho escura, localizadas
principalmente na face, pescoço e tronco de pessoas acima
dos cinqüenta anos e são importantes por que cada lesão deve
ser examinada à procura de lesões malignas que podem estar
misturadas com as lesões benignas, devido ao seu caráter
múltiplo. Podem ser tratadas por cauterização,
crio-cirurgia, laser ou excisão cirúrgica.
1.3 Ceratoacantoma
São lesões de cor rosa, elevadas que atingem o rosto ou
extremidades de ambos os sexos, porém predominando no sexo
masculino. Podem ser lesões umbilicadas (depressão central)
cujo centro pode estar ocupado por uma massa mais escura.
Este tumor tem um crescimento rápido e pode regredir
espontaneamente. O mais importante desta lesão é que a sua
morfologia é similar ao carcinoma de células escamosas,
sendo fundamental o diagnóstico diferencial que pode ser
feito por biópsia incisional (retirando um pedaço) ou
excisional (retirando toda a lesão). O tratamento é
cirúrgico com envio de toda a lesão para estudo histológico.
1.4 Cisto epidermóide
São lesões de formato nodular, que no início podem ser
confundidas com comedões, já que possuem um furinho através
do qual pode haver saída de material esbranquiçado por vezes
com mal cheiro. O crescimento pode ser rápido ou mais
freqüentemente lento e com episódios de infecção por oclusão
do orifício central. Estas lesões podem estar localizadas em
qualquer região do corpo e em ambos os sexos, sem
preferência de idade. O Tratamento é cirúrgico com retirada
de toda a cápsula do tumor para evitar a recidiva.
1.5 Lipoma
Tumores sub-cutâneos formados de células gordurosas, de
consistência suave, não dolorosos, exceto quando estão
localizados sobre ou ao redor de estruturas nervosas. Podem
estar localizados em qualquer área do corpo e o tratamento é
a ressecçao cirúrgica.
1.6 Neurofibroma
Tumores únicos ou mais frequentemente múltiplos, cutâneos,
sub-cutâneos ou algumas vezes em órgãos internos, podem
formar grandes massas tumorais deformando partes do corpo ou
causando disfunção de órgãos, quando atingidos pela doença.
Tem etiologia genética e o tratamento é cirúrgico.
Veja a imagem da lesão
Clicando aqui. 1.7 Nevo
melanocítico
Tumores planos ou elevados, pigmentados, de coloração que
varia de pardo claro ao preto, dependendo da profundidade e
a concentração de melanina na lesão; quanto mais superficial
a lesão, mais clara tende a ser. Únicos ou múltiplos, podem
ser congênitos ou aparecer ao longo da vida e uma lesão que
inicialmente era plana, pode se tornar elevada com o passar
do tempo. A importância deste nevo é o seu potencial de
malignização especialmente da variante displasica, que
apresenta coloração não homogênea e bordas irregulares.
Atenção especial para sinais de perigo na malignização de
pintas:
Saiba mais sobre estes nevus
Clicando aqui.
1.8 Quelóides e cicatrizes hipertróficas
Alguns autores tendem a classificar os quelóides como
tumores benignos dos fibroblastos, outros os classificam
como reações de adaptação dos tecidos, a verdade é que a
cicatrização da pele pode ser definida como uma linha reta,
que tem em um extremo a cicatrização anormal atrófica, e do
outro lado o quelóide, tendo na sua parte central a cicatriz
normal.
As cicatrizes hipertróficas são cordões de tecido fibroso
cicatricial elevados e largos que respeitam os limites do
tecido sadio vizinho, porém sendo maiores que a cicatriz
original. Já os quelóides são verdadeiros tumores que podem
estar recobertos por pele "normal" ou brilhante, tendem a
crescer sem respeitar os limites da pele vizinha, atingindo
algumas vezes grandes proporções.
O tratamento ideal para estas lesões ainda não foi inventado
e existe resposta indeterminada aos tratamentos que varia de
paciente para paciente. Os tratamentos disponíveis
atualmente vão desde terapia intra-lesional com corticóide
ou 5-fluoruracilo até ressecção com betaterapia (radiação)
pós-operatória imediata. Nós utilizamos atualmente uma
combinação dos diferentes tratamentos com índices de sucesso
que variam de 30-90% Veja um
exemplo de quelóide Clicando aqui.
Existem muitos outros tumores cutâneos benignos que devido à
sua frequência não mencionamos aqui, porém se você desejar
pode encontrar mais informações no site dermatologia.net.
2. Tumores Malignos:
Infelizmente o câncer de pele é o tipo de câncer com maior
aumento na sua incidência e prevalência atualmente no mundo.
Fatores raciais, e mais comumente comportamentais, tem
contribuído para este aumento no nosso meio. A exposição
solar excessiva sem proteção ao longo da vida, especialmente
quando criança pode causar mutações irreparáveis nas células
da nossa pele que somente se manifestarão na idade adulta em
forma de câncer de pele. Existem diferentes tipos de câncer
de pele os mais importantes na ordem de frequência são:
-
Carcinoma basocelular
-
Carcinoma espinocelular
-
Melanoma
2.1 Carcinoma basocelular
É o tipo mais comúm de cancer de pele, acomete pessoas de
ambos os sexos, especialmente após os 40 anos. Estes tumores
podem aparecer em qualquer lugar do corpo, porém são mais
frequentes em áreas de exposição solar como testa, nariz,
orelhas, dorso das mãos e colo. Embora seja mais frequente
em pessoas de pele clara, infelizmente as pessoas morenas
com este tipo de tumor vem aumentando dia após dia na nossa
clínica. O uso regular de protetor solar e evitar longas
exposições ao sol, são as formas mais eficientes de prevenir
este tipo de câncer de pele
As lesões iniciam-se como áreas excematosas, por vezes
descamativas, semelhantes a verugas planas com pequenas
áreas ulceradas, cujas bordas vão ficando elevadas até
formarem verdadeiras úlceras. Existe também a variedade
sólida nodular, na qual o tumor parece um sinal de carne com
o sem ulceração, de coloração rosa pálida. Este tipo de
câncer invade os tecidos vizinhos causando destruição local
e as metástases (disseminação à distância) são muito raras.
O tratamento deste tumor depende da localização e tamanho.
Lesões pequenas e superficiais podem ser tratadas com
curetagem e eletro-cauterização, lise com laser,
criocirurgia ou terapia foto-dinâmica. A nossa escolha de
tratameto é a ressecção cirúrgica com envio do material para
patologia nas lesões menores e superficiais ou a ressecção
com a presença do patologista no centro cirúrgico para
realizar análise por congelação da lesão para verificar a
retirada completa do tumor. Posteriormente este profissional
levaráo tumor para o laboratório e fará os cortes em
parafina que comprovará as margens livres do câncer.
Mesmo lesões pequenas, quando localizadas em estruturas
nobres como pálpebras, nariz, lábio e orelhas, exigem
frequentemente complexas reconstruções para re-estabelecer a
estética e função destes locais.
Sinais de perigo de malignização de pintas:
2.2 Carcinoma espinocelular (escamocelular ou escamoso)
Este tipo de câncer é menos comúm que o anterior. É é mais
frequente em áreas de lesões crônicas como uma úlcera
varicosa de mais de 10 anos de evolução, sobre uma cicatriz
de queimadura em área de atrito ou flexão, na fístula de um
local de osteomielite ou também em áreas que sofreram
tratamento ou queimaduras com radiação, como a pele da mama
após radioterapia, mas também pode aparecer sobre pele
normal que foi crônicamente exposta à radiação solar, mais
especificamente nos lábios, pálpebras e conduto auditivo
externo.
Atinge pessoas de ambos os sexos, especialmente após os 40
anos, mas se uma pessoa apresentar uma lesão como as que
descrevemos atrás durante a infância, o tumor pode aparecer
precocemente. Embora seja mais frequente em pessoas de pele
clara, pessoas morenas também podem padecer deste câncer,
cujo comportamento biológico é mais maligno que o carcinoma
basocelular, podendo ademais da invasão local, atingir
órgãos distantes por disseminação pelo sangue ou pelos dutos
linfáticos.
As lesões iniciam-se como lesões papulares similares a
sinais de carne rosadas, avermelhadas ou esbranquiçadas que
podem apresentar áreas ulceradas, de crescimento rápido e
com episódios de sangramento. Por vezes pode apresentar uma
área dura central de queratina em forma de um pequeno chifre
chamado de corno cutâneo ou também uma área de pigmentação
central.
A nossa escolha de tratameto para esta lesão é a ressecção
cirúrgica com com a presença do patologista no centro
cirúrgico para realizar análise por congelação da lesão e
assim verificar a retirada completa do tumor. Posteriormente
este profissional levaráo tumor para o laboratório e fará os
cortes em parafina que comprovará as margens livres do
câncer.
Mesmo lesões pequenas, quando localizadas em estruturas
nobres como pálpebras, nariz, lábio e orelhas, exigem
frequentemente complexas reconstruções para re-estabelecer a
estética e função destes locais.
2.3 Melanoma maligno
TUMORES CUTÂNEOS
Importante: As informações aqui contidas são puramente
informativas e não substituem a consulta com um
dermatologista ou cirurgião plástico da sua preferência.
Definição:
São formações de tecido localizadas nas diversas camadas da
pele ou sob ela, podendo ser de etiologia congênita ou
adquirida e de comportamento biológico benigno ou maligno.
1. Tumores benignos:
São neo-formações de tecido na pele ou nos seu anexos, com
velocidade de crescimento variável e caracterizados por não
haver alterações na forma das células, no seu núcleo nem no
seu DNA. Dependendo to tipo do tumor, o crescimento pode ser
limitado ou invadir os tecidos vizinhos, como é o caso dos
quelóides, os quais podem atingir enormes proporções (vide
adiante).
A seguir relacionaremos uma lista dos tumores cutâneos mais
frequentes com links que o levarão até as imagens de cada
patologia na página dermatologia.net, site que gentilmente
autorizou a sua inclusão.
1.1 Angioma
É um tumor originado nos vasos sanguíneos, de cor vermelho
ou vinho do porto e pode ser em forma de mancha (mácula) ou
elevado (pápula).
1.2 Ceratose Seborréica
São lesões de cor pardo ou castanho escura, localizadas
principalmente na face, pescoço e tronco de pessoas acima
dos cinqüenta anos e são importantes por que cada lesão deve
ser examinada à procura de lesões malignas que podem estar
misturadas com as lesões benignas, devido ao seu caráter
múltiplo. Podem ser tratadas por cauterização,
crio-cirurgia, laser ou excisão cirúrgica.
1.3 Ceratoacantoma
São lesões de cor rosa, elevadas que atingem o rosto ou
extremidades de ambos os sexos, porém predominando no sexo
masculino. Podem ser lesões umbilicadas (depressão central)
cujo centro pode estar ocupado por uma massa mais escura.
Este tumor tem um crescimento rápido e pode regredir
espontaneamente. O mais importante desta lesão é que a sua
morfologia é similar ao carcinoma de células escamosas,
sendo fundamental o diagnóstico diferencial que pode ser
feito por biópsia incisional (retirando um pedaço) ou
excisional (retirando toda a lesão). O tratamento é
cirúrgico com envio de toda a lesão para estudo histológico.
1.4 Cisto epidermóide
São lesões de formato nodular, que no início podem ser
confundidas com comedões, já que possuem um furinho através
do qual pode haver saída de material esbranquiçado por vezes
com mal cheiro. O crescimento pode ser rápido ou mais
freqüentemente lento e com episódios de infecção por oclusão
do orifício central. Estas lesões podem estar localizadas em
qualquer região do corpo e em ambos os sexos, sem
preferência de idade. O Tratamento é cirúrgico com retirada
de toda a cápsula do tumor para evitar a recidiva.
1.5 Lipoma
Tumores sub-cutâneos formados de células gordurosas, de
consistência suave, não dolorosos, exceto quando estão
localizados sobre ou ao redor de estruturas nervosas. Podem
estar localizados em qualquer área do corpo e o tratamento é
a ressecçao cirúrgica.
Veja a imagem da lesão
Clicando aqui.
1.6 Neurofibroma
Tumores únicos ou mais frequentemente múltiplos, cutâneos,
sub-cutâneos ou algumas vezes em órgaõs internos, podem
formar grandes massas tumorais deformando partes do corpo ou
causando disfunção de órgaõs, quando atingidos pela doença.
Tem etiologia genética e o tratamento é cirúrgico.
1.7 Nevo melanocítico
Tumores planos ou elevados, pigmentados, de coloração que
varia de pardo claro ao preto, dependendo da profundidade e
a concentração de melanina na lesão; quanto mais superficial
a lesão, mais clara tende a ser. Únicos ou múltiplos, podem
ser congênitos ou aparecer ao longo da vida e uma lesão que
inicialemente era plana, pode se tornar elevada com o passar
do tempo. A importância deste nevo é o seu potencial de
malignização especialmente da variante displasica, que
apresenta coloração não homogênea e bordas irregulares.
Atenção especial para sinais de perigo na malignização de
pintas:
- Aumento rápido de tamanho
- Bordas irregulares
- Várias cores no sinal (3 ou mais)
- Coceira
- Sangramento
- Ulcerações
Saiba mais sobre estes nevus
Clicando aqui.
Existem muitos outros tumores cutâneos benignos que devido à
sua frequência não mencionamos aqui, porém se você desejar
pode encontrar mais informações no site dermatologia.net.
2. Tumores Malignos:
Infelizmente o câncer de pele é o tipo de câncer com maior
aumento na sua incidência e prevalência atualmente no mundo.
Fatores raciais, e mais comunmente comportamentais, tem
contribuído para este aumento no nosso meio. A exposição
solar excessiva sem proteção ao longo da vida, especialmente
quando criança pode causar mutações irreparáveis nas células
da nossa pele que somente se manifestarão na idade adulta em
forma de câncer de pele. Existem diferentes tipos de câncer
de pele os mais importantes na ordem de frequência são:
- Carcinoma basocelular
- Carcinoma espinocelular
- Melanoma
2.1 Carcinoma basocelular
É o tipo mais comúm de cancer de pele, acomete pessoas de
ambos os sexos, especialmente após os 40 anos. Estes tumores
podem aparecer em qualquer lugar do corpo, porém são mais
frequentes em áreas de exposição solar como testa, nariz,
orelhas, dorso das mãos e colo. Embora seja mais frequente
em pessoas de pele clara, infelizmente as pessoas morenas
com este tipo de tumor vem aumentando dia após dia na nossa
clínica. O uso regular de protetor solar e evitar longas
exposições ao sol, são as formas mais eficientes de prevenir
este tipo de câncer de pele
As lesões iniciam-se como áreas excematosas, por vezes
descamativas, semelhantes a verugas planas com pequenas
áreas ulceradas, cujas bordas vão ficando elevadas até
formarem verdadeiras úlceras. Existe também a variedade
sólida nodular, na qual o tumor parece um sinal de carne com
o sem ulceração, de coloração rosa pálida. Este tipo de
câncer invade os tecidos vizinhos causando destruição local
e as metástases (disseminação à distância) são muito raras.
O tratamento deste tumor depende da localização e tamanho.
Lesões pequenas e superficiais podem ser tratadas com
curetagem e eletro-cauterização, lise com laser,
criocirurgia ou terapia foto-dinâmica. A nossa escolha de
tratameto é a ressecção cirúrgica com envio do material para
patologia nas lesões menores e superficiais ou a ressecção
com a presença do patologista no centro cirúrgico para
realizar análise por congelação da lesão para verificar a
retirada completa do tumor. Posteriormente este profissional
levaráo tumor para o laboratório e fará os cortes em
parafina que comprovará as margens livres do câncer.
Mesmo lesões pequenas, quando localizadas em estruturas
nobres como pálpebras, nariz, lábio e orelhas, exigem
frequentemente complexas reconstruções para re-estabelecer a
estética e função destes locais.
Sinais de perigo de malignização de pintas:
- Pintas, sinais ou verrugas que aumentam rápido de tamanho
- Bordas irregulares
- Coceira
- Sangramento
- Ulcerações no sinal
2.2 Carcinoma espinocelular (escamocelular ou escamoso)
Este tipo de câncer é menos comúm que o anterior. É é mais
frequente em áreas de lesões crônicas como uma úlcera
varicosa de mais de 10 anos de evolução, sobre uma cicatriz
de queimadura em área de atrito ou flexão, na fístula de um
local de osteomielite ou também em áreas que sofreram
tratamento ou queimaduras com radiação, como a pele da mama
após radioterapia, mas também pode aparecer sobre pele
normal que foi crônicamente exposta à radiação solar, mais
especificamente nos lábios, pálpebras e conduto auditivo
externo.
Atinge pessoas de ambos os sexos, especialmente após os 40
anos, mas se uma pessoa apresentar uma lesão como as que
descrevemos atrás durante a infância, o tumor pode aparecer
precocemente. Embora seja mais frequente em pessoas de pele
clara, pessoas morenas também podem padecer deste câncer,
cujo comportamento biológico é mais maligno que o carcinoma
basocelular, podendo ademais da invasão local, atingir
órgãos distantes por disseminação pelo sangue ou pelos dutos
linfáticos.
As lesões iniciam-se como lesões papulares similares a
sinais de carne rosadas, avermelhadas ou esbranquiçadas que
podem apresentar áreas ulceradas, de crescimento rápido e
com episódios de sangramento. Por vezes pode apresentar uma
área dura central de queratina em forma de um pequeno chifre
chamado de corno cutâneo ou também uma área de pigmentação
central.
A nossa escolha de tratameto para esta lesão é a ressecção
cirúrgica com com a presença do patologista no centro
cirúrgico para realizar análise por congelação da lesão e
assim verificar a retirada completa do tumor. Posteriormente
este profissional levaráo tumor para o laboratório e fará os
cortes em parafina que comprovará as margens livres do
câncer.
Mesmo lesões pequenas, quando localizadas em estruturas
nobres como pálpebras, nariz, lábio e orelhas, exigem
frequentemente complexas reconstruções para re-estabelecer a
estética e função destes locais.
2.3 Melanoma maligno
Este tipo de câncer é o menos comúm dos três tumores aqui
descritos, mas é o mais grave, silencioso e o de pior
prognóstico, já que as lesões podem ser pequenas,
assintomáticas e por longos anos confundidas com "sinais de
nascença" e pior ainda, um sinal pequeno pode aparecer, e
desaparecer semanas ou meses depois sem nenhum tipo de
tratamento, mas já havendo enviado células malignas para
outros órgãos, mais frequentemente no sistema nervoso
central, fígado, pulmão e ossos. Ou em outros casos um tumor
pode aparecer em qualquer destes órgãos e somente após
retirar o tumor ou realizar uma biópsia do órgão acometido,
o médico patologista reportar como sendo um melanoma
metastático, sem conseguir ser detectado o local do tumor
primário.
Afeta pessoas de ambos os sexos, sem preferência por idade.
Embora seja mais frequente em pessoas de pele clara, pessoas
morenas ou negras também podem padecer deste câncer
(melanoma amelanótico), tendo usualmente pior prognóstico
que nas pessoas caucasianas.
As lesões são mas comumente pigmentadas, planas ou elevadas,
de bordas irregulares e mal definidas, apresentando gomos
celulares mais escuros ou mais claros e algumas vezes áreas
de pigmentação em forma de estrias. Podem existir também
lesões castanhas com áreas mais esbranquiçadas. As lesões
podem apresentar áreas ulceradas, ou com episódios de
sangramento.
Atenção especial para sinais de perigo na malignização de
pintas:
- Assimetria e irregularidade nas bordas
- Aumento rápido de tamanho
- Bordas irregulares
- Várias cores no sinal (3 ou mais)
- Coceira
- Diametro maior do quê 6 mm
- Sangramento
- Ulcerações
A nossa escolha de tratameto para este tipo de câncer é a
ressecção cirúrgica com com a presença do patologista no
centro cirúrgico para realizar análise por congelação da
lesão e assim verificar a retirada completa do tumor,
adicionalmente dependendo da profundidade do tumor pela
biópsia prévia, pode ser necessária pesquisa para detecção
do nódulo centinela que é o priméiro gânglio linfático para
o qual pode ser disseminado o tumor em caso de metástases.
Novas terapias estão em fase de pesquisa nos centros
especializados em neoplasias como o INCA no nosso país.
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